segunda-feira, junho 27, 2011
Cloud Computing: Aprendendo a Programar nas Nuvens - Introdução
quinta-feira, maio 21, 2009
Liberado Visual Studio 2010 Beta
Nessa segunda dia 19, foi liberado para download o Beta da nova versão da IDE de desenvolvimento de sistemas da Microsoft, o Visual Studio 2010.
Entre as novidades da nova versão estão:
- Aprimoramento da interface gráfica: com uma organização mais clara, redução de complexidade, janelas e documentos flutuantes, editor melhorado.
- Programação paralela: Agora disponível tanto para usuários de código nativo e gerenciado e com suporte embutido na própria IDE.
- Gerenciamento do ciclo de vida de aplicações: Prometendo ferramentas para todos os envolvidos no projeto de software, desde arquitetos a programadores e testadores. Incluindo construção de novos tipos de diagramas com use cases e diagramas de sequência e atividade, um novo motor de testes e uma nova ferramenta de controle de workflow.
- Desenvolvimento WEB: Novo motor de intellisense de Javascript,suporte a SilverLight, "One click deployment" que permite publicar todo o site e suas dependências de uma só vez.
- Cloud Computing: Windows Azure Tools já integradas por padrão na IDE.
- Suporte nativo a mais Databases: Agora é possível utilizar as classes de acesso a dados nativos do .NET Framework para BDs baseados em IBM DB2 e Oracle.
Ficou interessado? Pode conferir o novo VS 2010 aqui.
Aprenda Cloud Computing com a Microsoft
Para quem quer aprender a programar para a nuvem sem muito esforço, a Microsoft disponibiliza uma área específica no portal MSDN (voltado para desenvolvedores de produtos microsoft) para o estudo das características e funcionalidades do Windows Azure, a plataforma para Cloud Computing da empresa, o desenvolvimento e deployment de aplicações para a nuvem e a integração com outros serviços, como o SQL Services e ferramentas de colaboração da série Live.
sábado, abril 25, 2009
Oracle compra a Sun Microsystems
Mas, quais os interesses por trás dessa fusao que promete abalar a comunidade de usuários de produtos da Sun?
A Oracle, com seus 85 mil funcionários em todo o mundo e faturamento fiscal em 2008 estimado em US$ 22,4 bilhões veio ao longos dos últimos anos investindo continuamente no desenvolvimento de aplicações corporativas e adquirindo rivais de mercado com ofertas tentadoras como foi o caso com a Peoplesoft, BEA, Hyperion e Siebel. O seu sistema de banco de dados, de mesmo nome, é tão conhecido no mundo empresarial pela robustez e confibilidade que 280 mil dos 320 mil clientes da empresa, devem-se a aquisição de licensas de uso do software para instalação em servidores, muitos deles provenientes da própria Sun.
Uma conclusão possível nesse ponto, seria a possibilidade de venda da tecnologia de hardware da Sun com sistema solaris em conjunto com o BD oracle de forma conjunta oque poderia representar uma economia para a empresa, mas dificultaria as negociações com parceiros como a HP, Dell e IBM. Uma alternativa seria o uso da tecnologia de hardware para criar infraestrutura necessária para a Oracle investir em áreas como SAAS (software as Service) e Cloud Computing.
Para a área de software, mais dúvidas permeiam. Uma delas seria a respeito do futuro do MySQL (adquirido pela Sun a pouco mais de um ano), um dos bancos mais utilizados na internet e de comunidade mais ativa, frente ao atual produto da empresa. Será que testemunharemos a morte de um BD tão querido quanto esse ou a transformação do mesmo em um sistema proprietário para a fúria da comunidade open-source?
Já para o Java e o Solaris, as coisas parecem estar mais calmas. Segundo um comunicado da Oracle, Java foi o software mais importante que a empresa já adquiriu. Uma conclusão lógica, afinal uma infinidade de softwares desenvolvidos usando a linguagem Java podem ser encontrados em praticamente todo o lugar, desde computadores de bordo de automóveis, celulares, PDA até aplicações muito ricas para Desktop e WEB. A Oracle, também demarcou a importância do Solaris em sua estratégia operacional.
Por fim, a gigante da área de bancos de dados declarou que a compra da Sun irá contribuir com mais de US$ 1,5 bilhão para o lucro operacional da organização e muito mais lucrativa que a compra da Peoplesoft, BEA e Siebel combinadas.
Agora, só o tempo dirá quais os impactos dessa negociação para os usuários dos produtos de ambas as empresas.
sexta-feira, março 13, 2009
Quer começar a programar em nuvem? Veja aqui as opções!
Windows Azure
Google App Engine
EyeOS
quarta-feira, outubro 15, 2008
Cloud Computing - Programando nas Nuvens
Em muitos diagramas da informática, principalmente na área de redes de computadores, é comum retratar o ambiente diverso da internet como a figura de uma nuvem (cloud, em inglês) e não por acaso. Tal qual uma nuvem real, a internet apresenta uma estrutura maleável com centro indefinido e contornos em constante mutação. Logo, Cloud Computing passou a ser conhecido como o ato de se utilizar a internet como se a mesma fosse uma extensão de seu computador.
É uma tendência que vêm ganhando força ultimamente, principalmente com os investimentos realizados por gigantes como o Google, Yahoo!, Microsoft, IBM entre outras e objetiva de forma simples centralizar tarefas relativas a processamento de dados em um unico lugar. Na prática, o computador passaria a ser um pouco mais que uma porta de acesso à nuvem e os serviços oferecidos por ela, sem a necessidade de instalar pouco ou nenhum dado adicional, o que para uma empresa significaria uma boa economia em investimentos em hardware, backups e atualizações de softwares.
Entretanto, a tecnologia não é tão recente como aparenta ser, afinal ela é a base que sustenta grandes empresas como o Google, atual ícone da Cloud Computing, e que tornou o mesmo tão popular, seja por meio de seu famoso motor de busca (que vasculha a cada consulta 40 bilhões de páginas, selecionando as informações pertinentes e devolvendo-as ao usuário como links) ou atuais aplicativos on-line Gmail, Google Calendar, Google Docs, etc. Mas não só ela, o que impressiona na programação nas nuvens é a diversidade de soluções disponíveis, indo desde simples sistemas de armazenamento de dados, edição de fotos, editores de texto até mesmo sistemas operacionais! Pelo menos é o que prometeu no ínicio do mês Steve Ballmer, CEO da Microsoft. O S.O, provisoriamente chamado de Windows Cloud seria um projeto separado do Windows 7 e voltado para desenvolvedores de aplicativos WEB, já disponível antes do fim do ano segundo pronunciamento de Ballmer.
Mas, e como a Cloud Computing garante a segurança dos dados de seus usuários? Bom, isso é uma questão que ainda levanta polêmica entre os pesquisadores do assunto, embora a opinião geral seja que os riscos são mínimos para a área corporativa. Para eles, é mais vantajoso para pequenas e médias empresas manterem seus dados na nuvem do que armazena-los no HD de seus servidores. A explicação é que as empresas que oferecem serviços web geralmente possuem uma equipe especializada destinada a proteger os dados armazenados, sistemas robustos e atualizados de combate a vírus e invasões e backups frequentes, coisa que muitas empresas desse porte não tem condições de realizar por conta de baixos investimentos na área ou falta de pessoal capacitado.
Isso sem contar que a flexibilidade da internet, facilita o acesso aos dados tanto por computadores e notebooks até por celulares, PDAS e outros dispositivos digitais. O resultado de toda essa revolução seria por exemplo o fim de suítes de softwares, como o pacote Office da Microsoft, em virtude de serviços web gratuítos ou assinados períodicamente. Enfim, aparentemente vivemos mais um momento de mudança de conceitos com relação ao computador e a influência da web em nossas vidas. Ou talvez não? Mais uma vez na informática, a força dessa corrente só o tempo dirá.
Por Janio N. Lima







