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sexta-feira, dezembro 16, 2011

Cãozinho Yorkshire é brutalmente agredido por Enfermeira

O fenômeno da Internet, redes sociais, sites de compartilhamento de vídeos, etc, não está trazendo apenas bizarrices para a raça humana, graças a força do Facebook, Orkut, Google+ e Youtube, a polícia já está investigando a mulher que agride covardemente um cãozinho da raça Yorkshire. Veja o vídeo abaixo, mas já aviso de antemão que as cenas são fortes.


segunda-feira, novembro 21, 2011

Mapa da Cobertura 3G no Brasil

Enquanto no mundo todo o 4G já é uma realidade, no Brasil ainda estamos engatinhando no 3G. O mais frustrante é que não é segredo pra ninguém que as operadoras de telefonia móvel entregam menos velocidade que o contratado nos planos de dados, mas e quanto a cobertura do sinal? Dá para confiar nas teles? 

Em uma iniciativa louvável, o desenvolvedor Gabriel Subtil criou o site colaborativo www.sinal3g.com.br onde os usuários podem indicar as localidades em que o sinal está disponível, falho ou ausente. O site usa a API do Google Maps em conjunto com a enorme quantidades de usuários de modens e smartphones 3G ávidos por compartilhar suas experiências de acesso.

Então antes de contratar um plano de dados 3G, que tal dar uma passadinha no mapa e verificar se na sua área tem cobertura? Pelo menos essa me parece uma opção mais confiável que os sites e os atendentes de telemarketing das operadoras de telefonia! 

Ahhh! E se descobrir alguma falha na cobertura, como área que deveria estar coberta, ou área com sinal, mas não indicada, dá uma colaborada lá! Os consumidores agradecem!

Mapa Colaborativo do Sinal 3G no Brasil

Visualizar Sinal 3G em um mapa maior

quinta-feira, outubro 27, 2011

Firefox não usará Google como buscador padrão nos EUA

A Mozilla Foundation anunciou um acordo com a Microsoft e, olhem só, o Bing virá como buscador padrão nos EUA no lugar do Google.Muitos analistas tem interpretações diversas sobre o acordo, mas o que ficou nítido é a importância que o Firefox ganhou no mercado de navegadores. 

O acordo entre o Google a Mozilla que mantinha a caixinha de buscas como verdadeira caixa de ouro termina em novembro e  não será renovado, ao menos no mercado norte-americano. Aparentemente a Mozilla está leiloando o espaço entre as empresas do mercado de buscas e quem pagou mais, dessas vez, foi a Microsoft.

Antes considerado coisa de "nerd", assim como as distro Linux, o Firefox cresceu de tal forma entre o público, que está se dando ao luxo de brincar com os tubarões do mercado de tecnologia, Microsoft e Google. 

Alguns estão vendo uma mágoa da Mozilla em relação ao Google pelo Chrome, mas a questão parece meramente financeira mesmo, visto que apenas o mercado norte americano será afetado inicialmente, por ser mais flexível em relação a práticas comerciais anticompetitivas.

Tentativas de impor padrões aos consumidores, principalmente quando não se tem o domínio do mercado, caso do Firefox, pode ser desastroso, ainda mais quando boa parte dos seus desenvolvedores voluntários "amam" a Microsoft

Em um mercado com práticas mercadológicas mais justas, a solução mais correta seria deixar a escolha a cargo do usuário, assim como o Chrome faz ao ser instalado, mas no mercado tecnologico, principalmente quando gigantes capitalistas estão no jogo, justiça é um termo acessório em relação aos lucros.

sexta-feira, julho 15, 2011

Quer ter rede social também, Microsoft?

O assunto das últimas semanas é claramente a nova briga entre as redes socias, tudo culpa do advento do Google+. E parece que essa onda toda interessou outra gigante da área de softwares, a Microsoft.

Tudo começou com o vazamento de um endereço eletrônico intitulado Socl.com. A URL foi descoberta pelo site Fusible e trazia uma mensagem “Bem vindo à Tulalip, onde você pode encontrar o que precisa e compartilhar o que sabe de uma maneira mais fácil do que nunca”. A página ainda exibia uma barra de pesquisas e botões de compartilhameto no Facebook e Twitter.

Trazia? Exibia? Como assim? Bom, como todo projeto que acaba vazando por acidente (ou não, né?), A Microsoft não demorou a tirar a página do ar. Em seu lugar, a empresa deixou um pedido de desculpas alegando que o endereço era um projeto em desenvolvimento por um time interno e que não houvera a intenção de revelar o endereço antes da hora. Pelo Jeito, o império de Bill Gates não pretende deixar o Google, Twitter e Facebook competirem sozinhos.

Quer conferir a mensagem, acessa lá enquanto o endereço enquanto ainda está ativo!

Fonte: Olhar Digital

quarta-feira, junho 29, 2011

Android & Eclipse: Dando “Alô” de diversas formas – Parte 2

No nosso último encontro, estudamos um pouco sobre o sistema de construção de layouts independentes que a Android SDK oferece  e a qual nos permite criar facilmente diversas formas de visualização para um mesmo conjunto de dados. Tivemos, inclusive, a oportunidade de construir nosso primeiro layout pessoal, utilizando o modelo mais simples e de fácil utilização pelo usuário, o Layout Linear.

Hoje, continuaremos analisando outras opções de layout pré-definidas por nossa biblioteca...

Layout Relativo

O modelo de distribuição de elementos na tela do layout relativo, concentra-se principalmente em posicionar um elemento ou grupo de elementos de acordo com a posição relativa do mesmo ao seu predecessor (abaixo, à direita, à esquerda), de tal forma que elimina a necessidade de termos diversos grupos de elementos de visão (viewgroups) aninhados.

Não entendeu? Bom, deixe-nos explicar de outra maneira: Lembra em nosso último post quando para termos o resultado esperado (a tela preenchida com uma linha com diversas colunas coloridas e outra com uma mensagem particionada) tivemos que aninhar diversos elementos de tipo LinearLayout com diferentes orientações? Esse problema não existe no layout relativo, onde o mesmo resultado pode ser obtido utilizando tão somente um único elemento RelativeLayout. Inclusive, a documentação mesmo aconselha ao usuário que se determinado layout linear estiver resultando em um número excessivo de aninhamentos, o mesmo deveria ser abandonado em favor do uso de outros modelos de layout, em especial, o layout relativo.

Então, vejamos como acontece a criação de um layout relativo com um pequeno exemplo:


    android:layout_width="fill_parent"
    android:layout_height="fill_parent">
   
        android:id="@+id/label"
        android:layout_width="fill_parent"
        android:layout_height="wrap_content"
        android:text="Digite aqui:"/>
   
        android:id="@+id/entry"
        android:layout_width="fill_parent"
        android:layout_height="wrap_content"
        android:background="@android:drawable/editbox_background"
        android:layout_below="@id/label"/>
   


Entendendo o código: Comparando o código acima com o gerado em nosso modelo linear, é possível ver a diferença na quantidade de atributos que cada componente apresenta. A maioria do tipo android:layout_*. Além de nossos conhecidos width e height, agora o modelo exibe uma série de outros elementos novos como below, toLeftOf, alignParentRight e alignTop, que vamos descrever abaixo:

android:layout_below, android:layout_toLeftOf e android:layout_toRightOf: Definem a posição do elemento quando comparado ao elemento cujo id é igual ao valor da propriedade. Ex: o último elemento button de texto igual a “cancelar”, deve estar localizado a esquerda (toLeftOf) do elemento de id igual a “@id/ok”.

android:layout_alignParentRight, android:layout_alignParentLeft, android:layout_alignTop: Definem o alinhamento do elemento quando comparado a um outro elemento presente no mesmo grupo de visão (no caso de alignTop, por exemplo) ou ao próprio viewgroup(alignParentRight e alignParentLeft. Ex: o último elemento button de texto igual a “cancelar” está com seu topo alinhado com o do elemento “@id/ok” enquanto está alinhado diretamente a direita do próprio elemento RelativeLayout.

Por fim, percebeu que expandimos a quantidade de elementos construtores em nosso último exemplo? Além de nosso velho conhecido elemento TextView que trabalhamos em nosso primeiro projeto, neste novo post somos apresentados ao EditText para edição de mensagens e dois elementos do tipo Button, que executam determinada rotina de trabalho quando são pressionados pelo usuários. Embora, nesse exemplo sua função é meramente ilustrativa..

Agora, abra o arquivo hello.java e edite as linhas a seguir:

public void onCreate(Bundle savedInstanceState) {
        super.onCreate(savedInstanceState);
        //setContentView(R.layout.main);
        setContentView(R.layout.relative); }

Execute a aplicação e se tudo correr bem, sua aplicação terá essa aparência:


Bacana, não é? Já consegue ver aquela tão sonhada interface gráfica para seu software se desenhando através de nossas dicas? Então, mãos a obra e treinemos um pouco! Como dica, tente alterar a configuração dos atributos em relative.xml e ver como cada elemento se comporta.

Outra experiência interessante seria tentar refazer o mesmo resultado que obtivemos com o layout linear, através dos novos atributos proporcionados pelo layout relativo e de forma tal que não tenhamos que recorrer a aninhamentos de visões.

Até a próxima!





terça-feira, junho 28, 2011

Google lança nova rede social Google+

A Gigante de buscas, em um resposta as crescentes pretensões do Facebook, lança mais um rede social, Google+. Dentre as novidades pode-se formar círculos(listas) de amigos, chats por vídeo e muito mais.



Não é segredo pra ninguém que o Facebook vem querendo tomar mercado do Google em várias áreas, mais notadamente como plataforma social. O Google então resolveu criar mais uma rede social, mas e o Orkut? A empresa afirma que continua nos planos, o que provavelmente indica uma migração dos usuários de um serviço para o outro.

É possível formar círculos de amizades ao estilo tentado sem sucesso no Orkut, Facebook e Twitter. Mas o Google afirma que dessa vez fará direito pois as listas de amigos terão formato semelhante a vida social fora dos computadores.

A nova rede tem uma novidade muito interessante que é a possibilidade de chat em grupo usando voz e vídeo pelo browser. Este recurso é muito semelhante ao sistema de chat do Skype, o que pode indicar uma resposta a compra desse software pela Microsoft. Além disso é possível mandar um aviso para todos os amigos que você está online e esperar que alguém inicie uma conversa, recurso chamado de Hangout.

Há uma maior integração com dispositivos móveis, mais precisamente Android, com a possibilidade de postar fotos instantaneamente do celular para a rede, mas no Android Market, até o momento dessa postagem, não há qualquer update relativo a fotos ou galeria de fotos.

Agora é esperar pra ver pois a interface está bem bonita! Enquanto isso curta um prévia da rede em vídeo:

segunda-feira, junho 27, 2011

Cloud Computing: Aprendendo a Programar nas Nuvens - Introdução


Este post inicia uma nova série sobre cloud computing cujo intuito é dar noções iniciais sobre essa badalada tecnologia. Para que não sabe ou lembra, já escrevemos alguns posts introdutórios sobre o tema e cuja leitura é recomendada: Cloud Computing - Programando nas Nuvens, Aprenda Cloud Computing com a Microsoft e Quer começar a programar em nuvem? Veja aqui as opções.

Apesar de causar arrepios em alguns, com uma possível perda de privacidade, a ideia de cloud computing já está consolidada na Internet onde aparece desde redes sociais, passando por discos virtuais até reservatório de músicas.

Nesse pequeno post introdutório, vamos explicar resumidamente o que é o Google App Engine e seus principais pontos.

O Google App Engine é toda a infraestrutura de programação em nuvens provida pelo Google. Isso significa que sua aplicação ficará hospedada nos servidores do Google e estará disponível para acesso de qualquer lugar onde haja Internet. 

O App Engine é gratuito mas com algumas limitações: 10 aplicativos por conta de desenvolvedor; cada aplicativo pode utilizar 500 MB de armazenamento e 5 milhões de visualizações de páginas por mês. Para  mais recursos pode-se pagar, o que pode desanimar alguns, mas é fácil perceber que quando estiver próximo ao limite da cota, sua aplicação provavelmente já terá bastante receita para pagar por infraestrutura.

Várias linguagens de programação são suportadas, como Javascript e Ruby, mas o ambiente é fortemente orientado para Java e Python. O que acaba atendendo praticamente a todo o público de desenvolvedores, já que praticamente todo mundo aprende Java na faculdade.

As aplicações rodam em uma sandbox que permite um ambiente seguro para desenvolvimento e produção. O acesso ao sistema operacional das máquinas hospedeiras é limitadíssimo. Não é possível ler arquivos, exceto os fornecidos com o código fonte da aplicação. Toda a entrada e saída de dados é feita através de URLS e emails.

Outro ponto que merece destaque é o armazenamento de dados. Trata-se de uma forma não convencional de armazenamento, ou seja, nada do banco de dados relacional padrão. Ao invés disso definimos entidades com propriedades que são armazenadas remotamente. Este tópico será melhor abordado em um futuro post.

Um recurso bastante interessante é a possibilidade de utilizar contas do Google para fazer login na sua aplicação, assim não será necessário criar todo um sistema de controle de usuários e acesso.



O Google App Engine é um ótimo começo para quem pretende aprender a programar nas nuvens, pois não exige uma curva de aprendizado muito acentuada, bem como novas linguagens e paradigmas. No próximo post você aprenderá a preparar sua máquina para desenvolver aplicações na nuvem.

terça-feira, junho 07, 2011

Google testa IPv6 por 24 horas

Hoje, a partir das 21 horas, o Google testará o uso do protocolo IPv6 em seus serviços por 24 horas. A iniciativa é parte do plano de adaptação da empresa a nova tecnologia que será implantada em um futuro breve.

Desde o começo da década vem se especulando quando os endereços de IP atuais, que estão na versão 4, irão acabar. Mas as grandes empresas de tecnologia não ficaram esperando isso acontecer de braços cruzados e investiram de forma agressiva na tecnologia substitutiva, o IPv6.

O novo protocolo de endereçamento da WEB permitirá que a Internet se expanda por um período de tempo bem superior a 100 anos, para ser mais preciso, teoriacamente seria possível ter 340.282.366.920.938.463.463.374.607.431.768.211.456 endereços IPv6.

Google, Apple, Microsoft, Facebook, Yahoo, dentre outros, já estão se preparando para essa nova tecnologia e estimasse que dentro de alguns meses todos os serviços dessas companhias já possam ser acessados usando os novos endereços. 

O Google vai testar essa nova tecnologia hoje em seus principais serviços, como buscador, YouTube, etc.  tendo em vista que praticamente todos os sistemas operacionais e browsers modernos dos usuários já serem capazes de lidar com essa tecnologia. Vale lembrar que para os internautas a troca será transparente.

quarta-feira, junho 01, 2011

Android avança na China e na Europa e Nokia míngua

O forte crescimento do Android nos mercados chineses e europeus está fazendo as vendas dos celulares da Nokia despencarem ao ponto do CEO da companhia, Stephen Elop, evitar fazer previsões de vendas nesses mercados nos próximos bimestres de 2011.

Na China, onde o Android cresce expressivamente, a Nokia não encontrar armas para competir em todos os segmentos. No primeiro escalão, seus smartphones não conseguem competir com o iPhone e modelos topo de linha do Android, como o Atrix, nos MIDS também encontra forte resistência ante a nova gama de Androids baratos inundando o mercado e por fim nos dumbphones a Nokia enfrenta uma concorrência sem paralelo com um sem número de fabricantes chineses.

Na Europa a situação é similar. Enquanto a Nokia vende o seu melhor peixe com o Symbian embarcado, mesmo apesar de já ter sido decretada a sua morte, a concorrência nada no mar vazio deixado pela finlandesa quando resolveu adotar o Windows Phone 7, mas não ainda lançou um aparelho sequer. 

A polêmica parceria entre a Microsoft e a Nokia, que já foi criticada por todos os lados, inclusive por investidores da companhia e até por seus próprios funcionários, pode vir a render frutos tarde demais, uma vez que rumores indicam que os primeiros aparelhos da dupla só passaram a sair no final do segundo semestre de 2011 e início de 2012, quando a concorrência já tiver ficado com boa parte dos ex-consumidores.

terça-feira, maio 31, 2011

Chrome ultrapassa Firefox no Brasil

Agora é oficial: segundo dados da StatCounter, empresa de monitoração da Internet, o Google Chrome ultrapassou, no mês de maio, o Firefox, em número de usuários, no Brasil.

Nos dados do Brasil, o Chrome está em segundo lugar com 26.83%, o Firefox está em terceiro com 26;08% e o Internet Explorer está em primeiro com 45.79%.

O Chrome cresceu 15 pontos em um ano, enquanto o IE caiu 8 e o FF 6 pontos. Se essa tendência continuar, no próximo ano teremos o Chrome em primeiro com 41 pontos, o IE em segundo 37 pontos e o Firefox em terceiro com 20 pontos.


Nos dados globais o navegador do Google está em terceiro com 19.36%, o da Mozilla em segundo com 29.29% e em primeiro o IE, da Microsoft, com 43.87%.

Caso a tendência global continue, em um ano teremos um empate técnico no primeiro lugar entre IE e o Chrome, com aproximados 30% e o FF em terceiro, coladinho, com 27%.

O crescimento do Chrome tem sido forte e constante em relação aos concorrentes, em especial o Internet Explorer, que passa a ver sua hegemonia ameaçada pelos rivais, já que juntos, somados, ultrapassam o percentual do IE, que já chegou a ser mais de 80%. O mercado agradece um pouco mais de diversidade nos navegadores de Internet e principalmente o efeito que isso tem causado na evolução das tecnologias usadas no acesso a Grande Rede, como HTML5, WebM, WebGL, etc.

Informações: http://gs.statcounter.com/
Trackback: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/no-brasil-chrome-dispara-e-deixa-firefox-para-tras/

sexta-feira, maio 27, 2011

Google responde a PayPal: as pessoas tem direito a procurar empregos melhores

Osama Bedier, contratação complicada
Ontem após o anúncio do lançamento do Google Wallet, a PayPal entrou com um processo contra dois ex-funcionários e o Google alegando roubo de informações confidenciais. Nem bem a notícia repercutiu direito e o Google já responde a crítica pela imprensa: “as pessoas tem o direito de procurar empregos melhores”.

O EBay, detentora do PayPal, afirma que seus segredos industriais foram utilizados indiscriminadamente na construção do serviço Google Wallet. Além disso, alegam que Sthephanie Tilenius quebrou um acordo de não contratar funcionários do PayPal quando recrutou Osama Bedier, que aparece na foto do post, do seu quadro de executivos.

O Google respondeu as acusações em um comunicado “O Vale do Silício foi construído sobre a capacidade dos indivíduos de usar seu conhecimento e experiência para buscar melhores oportunidades de emprego, uma idéia reconhecida tanto pelas leis da Califórnia quanto pelas suas políticas públicas. Nós respeitamos os segredos comerciais e vamos nos defender dessas acusações”.

As disputas por executivos não são novidade no Vale do Silício e o próprio Google recentemente teve várias baixas para rivais. A dúvida que fica é: será que o Google realmente respeitou segredos comerciais? Só esperando o desenrrolar do processo para saber, mas provavelmente um acordo será feito.

Trackback: http://techcrunch.com/2011/05/27/google-responds-paypal-lawsuit/
Crédito pela Foto: Flickr/Henk-Jan Winkeldermaat

EBay e PayPal processam Google depois do lançamento do Google Wallet

O EBay, através do PayPal, divisão de pagamentos da companhia, entrou com um processo contra dois ex-funcionários e o Google. A empresa afirma que teve segredos comerciais roubados na área de pagamentos móveis.


Os ex-funcionários são Osama Bedier e Sthephanie Tilenius, agora trabalhando para o Google. Segundo o EBay, quando Sthephanie saiu da empresa e entrou para o Google em fevereiro de 2010, assinou um acordo onde se comprometia a não contratar funcionários do PayPal e Bedier foi contratado em janeiro de 2011.


Já Bedier é acusado de compartilhar segredos comerciais com o Google e com grandes varejistas. Notadamente Bedier trabalhava na área de pagamentos móveis no PayPal e saiu para ocupar posição semelhante no Google.


As acusações coincidem com o lançamento do sistema de pagamentos móveis Google Wallet, que permite aos usuários usar o celular como uma “carteira digital”.


Trackback: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/paypal-processa-google-e-dois-ex-funcionarios-apos-lancamento-do-google-wallet/

quinta-feira, maio 26, 2011

Google prepara sistema de pagamentos por celular: Google Wallet


A Google anunciou agora a pouco no Twitter que está preparando um sistema de pagamentos via celular: o Google Wallet. O sistema está em estágio final de desenvolvimento e já conta com parceiros de grande quilate como Mastercard e Citibank.

O anúncio explica que o sistema será um app que poderá ser instalado em qualquer smartphone. Sabemos que deverá ser compatível com pelo menos os 2 peso-pesados atuais: Android e iOS. O que aumenta enormemente a capacidade móvel consumista. =D

O funcionamento se dará através da aproximação do celular de leitores disponíveis em lojas, o usuário então escolherá a forma de pagamento no celular e o sistema liberará o pagamento.

O sistema será online e oferecerá aos clientes a capacidade de usar cartões pré-pago, cartões de presente e mesmo cupons de desconto, o que irá aproximar ainda mais o e-commerce do tradicional mercado de varejo.

Por enquanto o sistema estará disponível nos EUA, infelizmente sem previsão de implantação no Brasil, como sempre. Mais informações estão disponíveis em http://www.google.com/wallet/

quinta-feira, março 10, 2011

Android está dando mais dinheiro


Os desenvolvedores de aplicativos para o sistema do robozinho estão lucrando mais que em outras plataformas.

O jornal inglês "The Telegraph" publicou uma matéria onde afirma que o "caótico" Android Market está muito mais movimentado, e lucrativo, que a "certinha" Apple Store.

A "Spacetime Studios", desenvolvedora do game "Pocket Legends", afirma que o número de downloads diários para Android é de 9000 e para iOS de 4000, além das vendas no Android serem de 30 a 50% maiores.

Apesar de um certo descaso do Google com o Market, as boas notícias para que desenvolve para Android não param de surgir!


quarta-feira, agosto 18, 2010

Programando para Android : Conhecendo o Google Android



Motivado pelo ingresso do colega Solleon no mundo dos smartphones de baixo custo como o GPad, Acabei me interessando pelo lado do desenvolvedor desse tipo de dispositivo. Afinal, com tantas possibilidades para entrar nesse mundo, qual seria o melhor OS ou pelo menos aquele com maior potencial de crescimento? Java for Mobile Devices, Windows mobile, Symbiam, Iphone, Blackberry.. quem escolher?

Em pesquisa realizada pelo Gartner, até o final do segundo trimestre desse ano as vendas de aparelhos celulares alcançaram os números de 325,6 milhões, representando um crescimento de 13,8% em comparação com 2009. Um ponto interessante nesses números é que 19% desses aparelhos são smartphones, ou seja, aqueles celulares avançados com diversas funcionalidades disponíveis como acesso a e-mails, IM, internet (alguns até com acesso a redes wi-fi), GPS, Bluetooth, além de outros aplicativos como suítes de aplicativos para escritório, etc..

E nesse campo eu aposto as minhas fichas no "robôzinho" da Google. E não é para menos, segundo a mesma pesquisa o crescimento de vendas dos celulares com Android subiu de mínimos 756 mil aparelhos vendidos em 2009 (1,8% de participação no mercado) para 10 milhões no segundo trimestre de 2010 (17,2% de participação no mercado), quando alcançou o terceiro lugar entre as plataformas móveis mais utilizadas. Atrás apenas do Symbian da Nokia e da RIM (fabricante do Blackberry) e à frente da Apple (quem diria não é?). E esse bom desempenho não se deve apenas pelo peso do nome da Google...



Para entendermos o sucesso do Android, temos que entender primeiramente o contexto no qual ele fora criado. Antes de mais nada, no mercado de telefonia móvel, o foco da competição entre as empresas se dá pela venda de aparelhos e não pelos OS e aplicativos em si, logo nada mais natural que empresas como a Google, HTC, LG, Motorola, Samsung, Sony Ericsson, Toshiba, Sprint Nextel, China Mobile, T-Mobile, Asus, Intel, Garmin, entre outras se unirem em uma aliança para o desenvolvimento de uma plataforma de desenvolvimento de código aberto, única e flexível. Essa aliança ficou conhecida como OHA ou Open Handset Alliance, e foi o estopim para o surgimento do robôzinho.

Logo, para servir aos designos da OHA, o Android foi criado baseado no sistema Linux e visando oferecer uma plataforma única e instalado em qualquer dispositivo fornecido por alguma das empresas componentes da OHA. Além disso o sistema foi construído com recursos de integração e flexibilidade permitindo que aplicativos fornecidos nativamente pelo sistema possam ser substituídos por versões customizadas que podem interagir ou não com outras aplicações nativas, o que pode ser útil para as fabricantes criarem serviços ou alguma forma de marketing diretamente na interface do OS.

E do lado dos desenvolvedores, o campo também é bastante promissor. Além do grande número de sites e blogs que oferecem conteúdo voltado para a criação de aplicativos para o OS (dentre eles o site oficial voltado para desenvolvedores), existem algumas vantagens no desenvolvimento para plataforma:

  • A Google financia concursos de desenvolvimento para a plataforma. O maior desses concursos, o Android Developer Challenger, teve um investimento de U$ 10 milhões em prêmios e com a distribuição de U$ 275.000,00 para as 20 melhores aplicações. Além do benefício direto para os participantes em forma de premiação, a comunidade ganha com a grande quantidade de aplicativos disponíveis para uso que surge durante o processo de avaliação desses concursos.
  • Android Market, loja virtual para desenvolvedores. A exemplo da AppStore da Apple, o Android conta com uma loja virtual para os desenvolvedores disponibilizarem gratuitamente suas aplicações ou lucrar com a sua venda.
  • Fácil integração com os serviços Google. Lógica? Nem tanto... Apesar de boa parte dos smartphone hoje em dia utilizarem de vários serviços google como o Gmail ou o Google Maps, em geral eles usam uma versão em Java bem limitada. O Android permite utilizar todo o potencial das Google Apps, ainda mais quando integrado a um bom plano 3G.
  • SDK aberta e disponível gratuitamente. Através do site que associei acima, é possível fazer o dowload facilmente da SDK e começar a programar usando a IDE de sua escolha. Apesar do site já reservar alguns plugins a ferramentas que favorecem os usuários da Eclipse IDE. Além dessa IDE, recentemente a Google lançou uma suite de desenvolvimento voltada para não programadores onde o objetivo é que as aplicações possam ser construídas sem a necessidade de se digitar uma linha de código sequer.

Gostou?

Nos próximos posts exploraremos um pouco mais a respeito do meios para o desenvolvimento de aplicativos para o robôzinho da Google.


quinta-feira, agosto 12, 2010

G-Pad, Tablet com Android super barato!


O G-Pad é um tablet pc, fabricado na China, que roda Android. Mas o que é um tablet pc? O que é Android? Calma! Preparamos um mini guia e review abaixo.

Tablet pc é um dispositivo de computação móvel (computador portátil) que fica posicionado entre os netbooks e os smartphones, mas com alguns diferenciais, a mobilidade, a rapidez, a duração da bateria, as pequenas dimensões, a ausência de teclado físico.

O mais famosos deles, até agora, é o iPad, da Apple, com seus recursos fantásticos e conceito revolucionário muita gente ficou doida pra comprar um, no entanto, as práticas comerciais abusivas da Apple, sua política nada amigável com os desenvolvedores e o total descaso com o consumidor, vide antena do iPhone 4, deixam todo mundo que vive no meio geek com um pé atrás em relação a empresa da maçã.

Se você morar no Brasil, então, o pé se transforma em 2 pés e uma pulga atrás da orelha! Pois a Apple não tem loja oficial por aqui e os preços são estratosféricos! No Mercadolivre um ipad sai por volta de 3 mil reais. Enquanto no mundo o preço é de 499 dólares, ou seja, na cotação de hoje, o preço em reais é de 885 reais, menos de 1 terço do preço no mercadolivre! Como podemos ver, comprar um iPad no Brasil não é nada inteligente! A menos que você aproveite aquela ida para Nova York e traga o seu de lá.


O mundo da computação reagiu rápido e na falta de um sistema operacional de qualidade para estes dispositvos, as pessoas apenas fizeram o que a Apple fez quando adaptou o iPhone OS para o iPad, jogaram o Android nos tablets!

Android é um sistema operacional open-source, linux na verdade, originalmente desenvolvido para smartphones apoiado fortemente pelo Google agora também usado em tablets.

Vamos ao review do gadget. Uma unidade do G-Pad caiu em minhas mãos para testes, um tablet genérico ou xing-ling, como alguns se referem a produtos chineses de baixo custo que copiam outros modelos de marca e geralmente o fabricante não se identifica. Mas o G-Pad não se enquadra bem nessa especificação, pois, na verdade se chama M-001 e é fabricado pela Eken, além de não ser cópia de nenhum produto.


O tablet tem as seguintes especificações:

Fabricante/Modelo: Eken/M-001.
Processador: VIA WM8505 533MHz
Memória RAM: 128 MB.
HD (Storage): 2GB NAND Flash.
Tela: 7 polegadas, 16:9 (Widescreen), 800 x 480, resistiva sem suporte a multi-touch.
Wifi (Wireless): 802.11 b/g
Dimensões: 207 x 119 x 13 mm
Peso: 370 g
Bateria: 2400 mAh
Slots: conector de 30 pinos padrão Apple. SD card reader, Audio In/Out.
Microfone: Sim.
Acelerômetro: Sim.
Headphone: Sim 3.5 mm.
Cores: Branca e Preta.
Sistema Operacional: Android 1.6 SDK build 1.7.4.
Multitarefa: Sim
Falta: Bluetooth, 3G, GPS, HDMI, Cãmera


Passadas as especificações vamos a experiência de uso.

A primeira impressão é que o tablet é um celularzão! Mas está longe disso, o bichinho é bem leve. O corpo dele é de plástico, que aparenta uma resistência de baixa a moderada, como percebemos pelos leds que deixam a área ao redor translúcida. Ou seja: nada de derrubar! Os botões são pintados de prata e dá pra perceber que com o tempo vão perder a cor.

Ao ligar é mostrada a versão do Android, no caso 1.6 e logo o robozinho verde aparece carregando... e esperamos uns 30 segundos para que o dispositivo fique pronto para uso.

A primeira coisa que fiz foi trocar o idioma de inglês para português e fiquei muito feliz ao notar que não é aquele português do tipo "Está bem", "Desfazer", comuns aos produtos chineses. Liguei o Wi-fi para navegar na net, e, para minha surpresa, foi super fácil de fazer e funcionou muito bem!

Fiquei um pouco decepcionado pos há um certo delay entre o toque e a resposta, no entanto há uma forma de contornar isso, atualizando o firmware, que abordarei no fim do post.

Configurei minha conta no Google Talk e acessei, achei interessante a forma como a interface está boa e bem adaptada a tela e ao touchscreen, pelo menos achei melhor que a interface do Google Talk do meu micro. Também podemos usar o MSN pelo aplicativo que vem nele.

O Google Maps também está perfeito! A única ressalva que eu faço é em relação a falta do GPS.

Mas o que mais me chamou a atenção foi o Gmail! A interface está ótima! Tudo carrega bem fácil e rápido! Criei um email e para minha surpresa o teclado virtual funciona bem! Tive alguns errinhos mas muito mais pela minha falta de costume com touchscreens do que por mal funcionamento do toque.

A navegação na internet é boa e permite visualizar bem os sites. Tudo isso méritos do Android.


Ele possui um ebook reader e uma suíte de aplicativos para escritório estilo Office. Testei e abriu um documento do Word normalmente.

Também vem com o FarmFrenzy Lite, por sinal bem divertido!

No entanto nem tudo são flores! Uma coisa faltou e me chamou muito a atenção: Android Market! A Android Market é onde você pode baixar aplicativos oficiais pagos ou gratuitos para Android. Não há o ícone para acesso e no lugar há uma equivalente chinês, mas com todos os aplicativos gratis só que todo escrito em CHINÊS! A menos que você saiba mandarim vai se dar mal para baixar qualquer coisa.

Ao ser ligado no computador através do cabo usb, ele se abre como um pendrive.

A bateria durou pouco, mais ou menos duas horas com o wifi ligado. E isso é bem chato pois meu Notebook consegue marca semelhante e uma das características dos tablets é a longa duração da bateria, de 6 horas pra cima.

A qualidade do som é boa e da pra ouvir suas músicas preferidas. O player também é muito bem feito.

Os vídeos são executados com algum delay, o que me deixou chateado, porém ao atualizar o firmware as coisas melhoram bastante! Mas as gravações do microfone funcionam bem e dá pra conversar usando o Google Talk.

A media gallery é muito legal. Carrega com boa velocidade para você ver seus vídeos e fotos.

Na versão que vem de fábrica, você facilmente se arrependeria do que comprou, porém os geeks não brincam em serviço e aproveitando o baixo custo dele, não tem medo de quebrar, criaram versões personalizadas do Android para ele e muitos hacks!

No site slatedroid.com, você pode baixar várias versões personalizadas do firmware do aparelho, inclusive a original. A instalação é fácil, bastando que você copie a pasta script do firmware baixado para a raiz do seu cartão de memória e reinicie o tablet. O processo de atualização é rápido e todo automatizado.

Baixei a versão feita pelo próprio site slatedroid e instalei. Posso dizer que a experiência de uso melhorou enormemente! A tela ficou bem mais responsiva e a bateria aumentou a duração em 1 hora! O que não é pouco com uma simples atualização! Também destaco que o Android Market está presente nessa versão e funcional!

Concluímos dizendo que não é um hardware poderoso e nem tem um acabamento de primeira, faltam recursos importantes como câmera, bluetooth 3G e GPS. No entanto você pode personalizá-lo livremente e é vendido por até 300 reais no mercadolivre, mpway e sites similares! Ou seja, MUITO BARATO! Tem celulares sem recurso algum, dumbphones, que custam mais que este tablet! Se você quer apenas navegar na internet e usar os apps do Android Market a compra é recomendada pelo baixo preço, no entanto fique avisado que 3 horas de bateria com o wifi ligado é pouco e que a qualidade geral é de um produto chinês!

Se você tem ou vai adquirir um, recomendo fazer a atualização do firmware pelo site slatedroid.com

Abaixo um review em inglês feito pelo pessoal da shanzai.com:




Edit:

Firmware usado neste post; http://www.slatedroid.com/vbulletin/downloads.php?do=file&id=38

quarta-feira, julho 08, 2009

Google anuncia Google Chrome OS

Durante muito tempo se falou sobre o possível lançamento do sistema operacional do Google, então a gigante lançou o Android, os ânimos se aplacaram, as pessoas se contentaram, eis que de repente a notícia cai como uma bomba, o Google irá lançar um sistema operacional para netbooks, laptops e Desktops! Tremei Microsoft, seu reinado está ameaçado!

A idéia do Google é repensar como os sistemas operacionais devem ser, para isso o Google pretende fazer um sistema operacional open source e leve inicialmente voltado para netbooks. Pelo que deu pra entender o sistema já está em estado bem adiantado, pois o Google fala que na segunda metade de 2010, o sistema já estará sendo vendido em conjunto com netbooks no mercado.

Velocidade, leveza e segurança, como essse trio o Google pretende emplacar seu sistema operacional. Não por conhecidência, as maiores reclamações dos usuários do Windows, notadamente o Vista, são lentidão, um sistema pesado que exige hardware poderoso e falta ou excesso de segurança.

O sistema será compatível com várias arquiteturas, pois o Google anunciou que o Chrome OS rodará em máquinas com chips x86 e ARM. Provavelmente teremos mais um distribuição Linux. Também fica claro que este sistema será totalmente diferente do Android e que ambos são sistemas projetos diferentes dentro do Google.

Sabe-se que o sistema será voltado para a web, com foco nos serviços e aplicações, notadamente as do Google.

Muitos já estão falando em dominação do mundo, mas o fato é que pelo sistema ser open source, essas anseios ficam asfastados.

Se seguir a filosofia do Google Chrome, realmente teremos um sistema leve e fácil de usar, só esperamos que não demore muito e que nem o sistema saia em uma estado "cru" demais e nunca saia do Beta. Aguardamos ansiosamente!

quarta-feira, junho 24, 2009

Alternativas livres para os softwares do dia-a-dia

Já faz algum tempo que nós, da equipe do Café com Bits, trazemos a você que deseja ou está realizando um processo de migração de aplicações para o ambiente open source, seja por adequação funcional em seu ambiente de trabalho ou pelo simples anseio de se utilizar de ferramentas que lhe permitam realizar as suas tarefas sem depender do uso de softwares piratas, soluções open source disponíveis e suas principais vantagens e desvantagens. Foi assim com a nossa série Migrando o desenvolvimento de aplicações para o mundo do software livre em suas parte I e parte II (e em breve com o lançamento da parte III da série) e com nossa última matéria a respeito de que suítes open source de escritório disponíveis atualmente seria a melhor.

Hoje abordaremos outras categorias de aplicativos usados comumente por usuários de sistemas proprietários, procurando mostrar alternativas livres para uso.

  • Navegador Web:
Mozilla Firefox 3.5
Mozilla Foundation
http://br.mozdev.org/



Segundo lugar entre os browsers mais utilizados, o Mozilla Firefox surpreende pela boa navegabilidade e interface amigável até mesmo àqueles usuários que estão acostumados a navegar pelo Micrososft Internet Explorer. Dificilmente alguém que utilize o browser retorna para o concorrente proprietário.

E a resposta está no elevado grau de personalização que sua interface permite com a adição de temas e ferramentas de customização, além de inúmeras possibilidades de adição de recursos através da instalação de complementos disponíveis no repositório oficial do Firefox. Existem componentes que inclusive têm comunidades de desenvolvedores mais ativas do que muitas aplicações em si. Atualizações nos componentes, inclusive já são informadas pelo browser no momento da instalação.

Mais funcionalidades podem ser vistas no nosso último post sobre o lançamento do navegador Firefox 3.5

Opera
Opera Software
http://www.opera.com


Outro navegador bastante popular é o Opera, desenvolvido pela Opera Software, ele também permite personalização e adição de plugins à sua interface e usa o sistema de abas como o Firefox.

Entretanto o seu forte são as funcionalidades embutidas, como o Speed Dial que permite a visualização dos sites mais acessados toda a vez em que uma aba em branco for iniciada; o Opera Link que permite a sincronização de favoritos, dados, bookmarks e entradas no speed dial; Opção de salvar a sessão de navegação atual; executar operações através de movimentos do mouse; Botões de navegação por páginas de um site através dos botões Fast forward/rewind; Magic Wand que permite um preenchimento otimizado de relatórios; Buscas integradas no próprio browser, etc.

Google Chrome 2.0
Google
http://www.google.com/chrome



Criado pela poderosa Google, o Chrome vêm agregando várias funcionalidades presentes nos concorrentes como o sistema de abas, speed dial além de ter sido o primeiro a apresentar o conceito de navegação segura, que permite ao usuário navegar sem deixar rastros no computador utilizado. Também é um dos browsers mais velozes da atualidade, apesar de só estar disponível atualmente para o sistema operacional Windows.

O Chrome 2.0 já fora analisado pelo Café Com Bits nesse post, onde abordamos mais profundamente mais de suas funcionalidades.

Disponível para Windows


  • Mensageiros instântaneos:

Pidgin
Edgewall Software
http://www.pidgin.im/


Esse simpático mensageiro permite ao usuário logar-se simultaneamente em várias redes de chat online, suportando vários recursos dessas redes como transferência de arquivos, mensagens offlines, icones e imagens de exibição além de vários outras funcionalidades poderem ser incluídas através da adição de plugins.

O pidgin suporta as seguintes redes: AIM, ICQ, Google Talk, Jabber/XMPP, MSN Messenger, Yahoo!, Bonjour, Gadu-Gadu, IRC, Novell GroupWise Messenger, QQ, Lotus Sametime, SILC, SIMPLE, MySpaceIM e Zephyr.

Disponível para Windows, Linux e outros sistemas Unix (inclusive, integrando-se ao ambiente GNOME2 e KDE 3.1). Para usuários de MAC OSX uma solução seria o Adium.

aMsn
aMsn Team
http://www.amsn-project.net/



Sem dúvida o software que mais se assemelha ao Windows Live Messenger, o aMsn possui muitas funcionalidades semelhantes ao concorrente da MS, como mensagens offline, transferência de arquivos, suporte a web cam, alarmes de eventos, emoticons personalizadas, personalização da interface por meio da adoção de skins etc..

O pidgin trabalha apenas com a rede MSN e está disponível para pelo menos 40 idiomas diferentes

Disponível para Windows, linux, Mac OS X e Free BSD.

  • Cliente de E-mail:

Mozilla Thunderbird
Mozilla Foundation
http://br.mozdev.org/thunderbird/download.html

Juntamente com o Firefox, o Thunderbird é o um dos projetos da fundação Mozilla mais bem destacados em número de usuários. Trata-se de um cliente de e-mail robusto e cheio de recursos, com interface tão amigável quanto seu "irmão", representando uma real concorrência ao Outlook/Windows Mail/Live Mail da Microsoft.

Entre as funções que agrega, estão a compatibilidade com os protocolos IMAP, LDAP e POP, visualização e envio de mensagens HTML, confirmação de leitura de e-mails, agenda de contatos, múltiplas contas de usuário, criação de filtros de mensagem, além de possuir leitor de feeds RSS integrado, identificação de SPAMs, agrupamento e classificação de e-mails, além da possibilidade de se incluir plugins.

Disponível para Windows, linux e MAC OS X

Evolution
Novell
http://projects.gnome.org/evolution/index.shtml



Integrado ao ambiente GNOME para Linux, o Evolution é um cliente de e-mail que possui muitas funcionalidades interessantes como múltiplas contas de usuário, busca personalizadas em pastas de e-mail, segurança integrada com criptografia GPG (GNU Privacy Guard) and S/MIME, possibilidade de integração com outros softwares como o Pidgin, Planner e Gnome-panel Calendar, criação de filtros, integração com calendaários web, além de u sistema de controle de lixo eletrônico.


  • Desenho vetorial:

Inkscape
inkscape.org
http://www.inkscape.org/



É um programa de desenho vetorial open source que possui ferramentas semelhantes ao Adobe Illustrator, Corel Draw e Xara X usando os padrões W3C para o formato de arquivo Scalable Vector Graphics (SVG).

Disponível para Windows, Linux e MAC OS X, apesar de existirem bons usos relatados em sistemas FreeBSD e UNIX.

  • Design Gráfico:

GIMP 2.6
GIMP Team
http://www.gimp.org/



Velho conhecido dos designers, o GIMP é um software de manipulação de gráficos bem versáti. Seu nome representa um acrônimo de "GNU Image Manipulation Program" e é bastante utilizado para tarefas de retoque,  composição e autoração de imagens.

Sua interface é altamente customizável com barras flutuantes e móveis que provê ao utilizador toda a liberdade possível para trabalhar nos detalhes da imagem.

O GIMP pode ser utilizado tanto como software de pintura (através de ferramentas como lápis, pincel, clone, balde de tinta e gradientes, etc), como ferramenta de melhoramento  de imagens (através de ferramentas de eliminação de perspectiva, canais de cor, clonagem de objetos, camadas, etc), sistema de processamento de arquivos em lote, renderizador de imagens em massa e conversor de formatos.

O GIMP aceita os formatos bmp, gif, jpeg, mng, pcx, pdf, png, ps, psd, svg, tiff, tga, xpm, importa arquivos svg e produz também animações em GAP e MNG.

Disponível para Windows, Linux, MAC OS X, Sun OpenSolaris e FreeBSD.

  • Editoração gráfica:

Scribus 1.3
Linux-Magazin Germany
http://www.scribus.net/



O scribus é um software projetado para ser um software de editoração eletrônca. Ideal para a construção de Revistas, anúncios, calendários, newsletter e editoração de arquivos PDF (Portable Document Format).

Entre as funcionalidas incluídas estão o suporte ao sistema de cores CMYK, sperarações, gerenciamento de cor ICC e criação versátio de arquivos PDF, suporte ao padrão ISO PDF/X-3 além de incluir opções para desenho vetorial, importação de arquivos SVG, formatos de fontes abertos e sistema de arquivos baseado em XML, aberto e bastante documentado.

Disponível para Windows, Linux/UNIX, Mac OS X e OS/2.


  • Ripador de CDS/DVDs:

Brasero 2.26
GNOME Project
http://projects.gnome.org/brasero/



É um queimador de CD/DVD para o ambiente GNOME Linux bastante simples e robusta, permitindo aos usuários criarem seus próprios CDs/DVDS de maneira fácil e rápida.

Entre suas funcinalidades estão o suporte a discos multi-sessão, criar discos a partir de imagens (ISO), limpeza de disco, Drag and drop e Recortar e Colar a partir do Nautilus ou outros gerenciadores de arquivos e criação de discos de aúdio a partir de diversos formatos como mp3, ogg e flac.

Disponível para Linux e UNIX

K3b 1.05
KDE Project
http://k3b.plainblack.com



O K3b é outro ripador para Linux, dessa vez desenvolvido pela equipe KDE para o referido ambiente de desktop. Possui todas as funcionalidades necessárias para ser um bom gravador de CDS e DVDs através do uso dos programas cdrecord, cdrdao e growisofs.

Disponível para Linux e UNIX

InfraRecorder
Christian Kindahl
http://infrarecorder.org/



O InfraRecorder é um programa de gravação de CD/DVD livre que opera sob a licensa GPL3 voltado para a plataforma Windows.

Entre suas funcionalidades estão a criação de CDs/DVDs de dados e aúdio e sua gravação em mídias ou em imagens de disco armazenadas no HD, suporta gravação em DVD de dupla camada, limpa discos regraváveis de 4 formas diferentes, verifica os barramentos SCSI/IDE coletando informações a respeito de suas capacidades, realiza cópias de discos "on the fly" e utilizando imagem temporária do disco, suporta multissessão e os seguintes formatos de arquivo: .wav, .wma, .ogg, .mp3 and .iso.

Disponível para Microsoft Windows

  • Players audio-vídeo:

Rhythmbox
Project GNOME
http://projects.gnome.org/rhythmbox



o Rhythmbox é um programa de gerenciamento de músicas integrado ao ambiente de desktop GNOME para Linux, inspirado no iTunes da Apple e desenvolvido sobre o framework de mídia GStreamer.

Entre as características do software, encontra-se um sistema avançado de busca e filtro de músicas, criação de listas de reprodução, suporte a iPod e dispositivos MP3, reprodução, ripagem e gravação de CDs de áudio, recursos de visualização de áudio, adição podcasts e rádios onlines. Além disso possui suporte para a rede social Last.fm e lojas virtuais como a Jamendo e a Magnatune.

Disponível para LINUX (GNOME).


Amarok
Amarok Project
http://amarok.kde.org

O Amarok é um player de aúdio inicialmente produzido para o ambiente desktop KDE para Linux e pode ser utilizado ainda em outros sistemas baseados em UNIX e FreeBSD, além de possuir versões em desenvolvimento para o Windows e MAC OS X. Ele é capaz de operar com conceitos bastante comuns entre outros players de audio como pastas e listas de reprodução, embora seu forte seja o sistema de catalogação de mídia através de etiquetas (tags).

Entre as funcionalidades disponíveis para o Amarok, estão a possibilidade de criação de múltiplas listas de reprodução, indexação do acervo de músicas em banco de dados (SQLite, MySQL e PostgreSQL), integração com outros softwares KDE como o K3b e o navegador Konqueror, criação de scripts, aparência customizada através da adoção de skins baseados em CSS e integração com redes de disponibilização de músicas na web, como a rede social Last.fm, a loja virtual Magnatune, o site Jamendo, entre outros.

Disponível para LINUX, UNIX, FreeBSD além de versões em desenvolvimento para MAC OS X e Windows.

Coolplayer
CoolPlayer Developers
http://coolplayer.sourceforge.net/



Esse pequeno player de áudio de apenas 600kb é uma alternativa para os usuários de Windows que desejem um programa leve e de fácil interface, que inclusive pode ser incluso em pen drives e outros tipos de mídia removível em sua versão portable no site portableapps.

Entre suas funcionalidades principais estão suporte aos principais formatos de aúdio disponíveis como mp3, ogg, wav, etc. Conversor de mp3 para wav, Interface customizável através do uso de skins (que inclusive podem ser baixadas do website do projeto), equalizador de 8 bandas e suporte a plugins de entrada do Winamp.

Disponível para microsoft Windows


VLC
VideoLAN team
http://www.videolan.org/vlc



Esse excelente player multimídia suporta os mais diversos formatos de arquivos como DivX, XviD, MPEG-1, MPEG-2, AVI, MOV, WMV, Real, SVCD, Matroska, 3GP, FLV, Cinepak, FLAC, Ogg, WMA, MP3, AAC, Vorbis sem a necessidade de instalação de codecs especiais, suporta legendas e conserta vídeos AVI com partes corrompidas. Também é capaz de executar DVD, VCD e CDs de audio e vários protocolos de streaming.

Por falar em Streaming, o VLC também pode ser usado como servidor desse tipo de transmissão tanto em unicast quanto em broadcast e através de redes IPv4 e IPv6.

Disponível para Windows, GNU/Linux, MAC OS X, FreeBSD, Solaris entre outros.

Mplayer
Mplayer Team
http://www.mplayerhq.hu



O Mplayer é um player de vídeos cheio de recursos que suporta arquivos de diferentes formatos, como MPEG/VOB, AVI, Ogg/OGM, VIVO, ASF/WMA/WMV, QT/MOV/MP4, RealMedia, Matroska, NUT, NuppelVideo, FLI, YUV4MPEG, FILM, RoQ, PVA através de codescs nativos ou do tipo XAnim e Win32 DLL. Também é capaz de executar VCD, SVCD, 3ivx, DivX 3/4/5 e WMV.



quarta-feira, maio 27, 2009

Lançado Google Chrome 2.0

O navegador do Google chega a sua versão 2.0 cheio de novos recursos para tentar alcançar os rivais, no entanto, o principal trunfo do aplicativo é sua simplicidade e boa performance.

Infelizmente, grande parte das novidades do Chrome, já estão implementadas nos demais navegadores há tempos. Então não espere nada inovador ou que não esteja disponível em qualquer browser moderno. Vamos aos principais novos recursos:

  1. Modo de Tela Cheia: quando apertamos a tecla F11, o Chrome entra em modo de tela cheia. Ou seja, o mesmo passa a ocupar toda a tela e os menus, abas, etc., ficam ocultos. Para trocar as abas neste modo, basta clicar "Ctrl + Tab". Para voltar ao modo janela, basta apertar F11 novamente. Nada empolgante, uma vez que este recurso está disponível há muito tempo nos outros navegadores.
  2. Zoom em páginas: esta é outra novidade que já é comum nos outros browsers e que só agora foi implementada no Chrome. Para ampliar o conteúdo apertamos "Ctrl + " e para afastar teclamos "Ctrl -".
  3. Autopreenchimento de Formulários: finalmente este recurso básico foi implementado, nada de demais em relação à forma de funcionamento.
  4. Corretor Ortográfico: o browser integrou um corretor que ajuda na hora de escrever emails, comentários, etc. Porém o mesmo não está atualizado em consonância com o novo acordo ortográfico da língua portuguesa.
As demais novidades, não passam de melhorias em recursos já existentes, como a possibilidade de remover miniaturas de uma aba em branco do Chrome.

O motor de renderização WebKit usado no Chrome e no Safari foi atualizado, melhorando, assim, a performance e a compatibilidade aos padrões web. Como consequência, no teste Acid 3, o Chrome se destaca por atingir a pontuação máxima, mas, como ainda ocorre uma falha durante o o teste, o navegador ainda precisa melhorar.

O V8, apelido sugestivo do motor de javascript do Chrome, foi melhorado. Com isso temos uma melhor performance acessando sites com interfaces ricas, típicas da web 2.0, feitas usando o conjunto de tecnologias conhecidas como AJAX.

Os desenvolvedores dizem ter otimizado partes do código do browser e corrigido mais de 200 bugs. De fato o navegador ficou bem mais estável, mesmo quando executando plug-ins de terceiros como Java e Flash.

Concluindo, apesar das melhorias e das novas funções, o navegador não fez mais do que agregar recursos que já existiam há muitos anos em seus rivais. O Chrome ficou devendo suporte à extensões e temas, que fazem do Mozilla Firefox um browser tão popular. Por outro lado, o browser está bem mais estável, leve, rápido e prático.

Para baixar o Chrome, acesse http://www.google.com/chrome e divirta-se!

sexta-feira, maio 22, 2009

Kumo e Wolfram Alpha - A nova cara das buscas na web

Que o Google é a ferramenta de buscas mais conhecida e usada na internet ninguém pode duvidar, chegando a 64% do mercado nos EUA. Mas por quanto tempo, ele irá manter esse posto? Se depender de algumas iniciativas de seus concorrentes, ele po ir se preparando.

A primeira iniciativa que visa concorrer com o Google.com vem da Microsoft e atende pelo nome de Kumo (que possibilidades de tradução do Japonês, pode tanto significar "Nuvem" quanto "Teia"). A ferramenta está prevista para substituir o atual Live Search e está sendo desenvolvida pela Powerset, uma empresa aquirida ano passado e que apesar de ter desenvolvido algumas soluções próprias se utiliza muito de software livre, o que pode significar que a Microsoft está mudando alguns paradigmas adotar esse tipo de solução.

Entre as novidades desse motor de buscas, está um sistema de categorização das pesquisas que permite ao usuário encontrar mais facilmente o tipo de informação que ele necessita, através de uma barra de menus laterais.




Agora se você está querendo buscas por informações estatísticas e científicas, uma alternativa é o novo sistema que entrou no ar nessa segunda feira chamado Wolfram Alpha. O sistema possui um motor de buscas de dados, portanto você não vai encontrar nele links para sites de conteúdo, que permite fazer comparações entre PIBs de países, Cotações de moedas, entre outros dados informativos. Um exemplo foi uma consulta que nosso blog fez com a palavra Coffee (Posto que o site trabalha ainda com o inglês como opção de idioma) e o Wolfram nos revelou informações como definições possíveis, informações de medida e tabelas de informações nutricionais da bebida.

Entretanto, o sistema ainda possui alguns pontos negativos. Se você, por exemplo está necessitando de referências para um trabalho científico, esqueça! O Wolfram mostra um conjunto de fontes ao fim da página, mas não é capaz de endereçar a que parte do conteúdo tal fonte serviu de referência. Além disso, os dados pesquisados não vêem diretamente da internet, mas de uma base de dados alimentada internamente pela empresa produtora da ferramenta, tornando complicado o trabalho de criar e manutenção de conteúdo com o provável crescimento em escala da ferramenta e dificultando a competição do sistema com o Google, por exemplo.